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Da Editoria
Junho 2010 |
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Grupo E
Camarões
A mais tradicional seleção africana em Copas, Camarões chega ao seu sexto Mundial tentando repetir a façanha de 1990, quando chegou às quartas-de-final na Itália. Liderados pelo craque da Inter de Milão, Samuel Eto’o, os “Leões Indomáveis” terão que superar a fraca performance na Copa Africana, este ano, quando foram eliminados pelo Egito nas quartas-de-final.
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Dinamarca
Classificada em primeiro lugar no grupo 1 da Europa, à frente de Portugal, Hungria e Suécia, a Dinamarca disputa o quarto Mundial. Repetir o feito de 1998, quando avançou às quartas-de-final e foi apelidada de “Dinamáquina”, é a meta de uma equipe sem estrelas, onde se destacam o goleiro Tomas Sorensen e o atacante Soren Larsen, autor de 10 gols nas eliminatórias.
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Holanda
A mais “sul-americana” das seleções europeias, a Holanda é sempre uma atração em Copas. Vice-campeões em 1974 e 1978 e semifinalistas em 1998, os talentosos holandeses almejam o topo em sua nona participação. “Não estamos indo à Copa para fazer parte dela, estamos indo para vencer”, disse o técnico Bert van Marwijk. Com astros como Kuyt, Sneijder, Robben e Van Persie, a Laranja Mecânica pode sonhar.
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Japão
Apagar a má impressão deixada na Copa de 2006, quando caiu na primeira fase, e vencer o primeiro jogo em Mundiais fora de seu território são as metas japonesas. Para cumprir a missão em seu quarto Mundial, as esperanças nipônicas se depositam principalmente no atacante Honda, do CSKA Moscou, no meio-campo Hasebe (Wolfsburg) e no atacante Morimoto (Catania).
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Grupo F
Eslováquia
Independente da Tchecoslováquia em 1993, a Eslováquia é estreante em Copas do Mundo. Carimbou o passaporte à África do Sul como primeira colocada de seu grupo europeu, deixando a “irmã” República Tcheca para trás. O técnico eslovaco, Vladimir Weiss, 46 anos, será o mais novo treinador entre os que disputam o Mundial.
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Itália
Única seleção a ameaçar a hegemonia brasileira em Copas, a tetracampeã Itália (1934, 1938, 1982 e 2006) manteve a base da equipe campeã na Alemanha, incluindo o técnico Marcello Lippi. Apontada como uma “seleção velha”, a Azurra, em seu 17º Mundial, tem na força da camisa e no conjunto os trunfos para tentar repetir a performance de quatro anos atrás, quando chegou desacreditada e saiu cantarolando “Siamo campioni del mondo!”
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Nova Zelândia
Disputar a Copa do Mundo pode ser considerado o maior feito do futebol neozeolandês. Afinal, o país só disputou a Copa de 1982, quando foi eliminado na primeira fase, e se contentará em não terminar o torneio da África do Sul como o saco de pancadas do Mundial.
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Paraguai
Terceiro colocado nas eliminatórias sul-americanas, o Paraguai sonha, ao menos, em repetir as melhores performances de suas sete participações anteriores: chegar às oitavas-de-final, posto que atingiu três vezes. Sem o seu maior astro, o baixinho atacante Salvador Cabanas, que ainda se recupera de um tiro que levou na cabeça, em 2009, o ataque terá Roque Santa Cruz e Cardozo.
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Grupo G
Brasil
Única seleção a disputar todos os 19 Mundiais, o Brasil vai à ÁFrica do Sul com uma seleção talhada à imagem e semelhança de seu técnico, Dunga. O capitão do tetra abriu mão dos talentosos (e baladeiros) Ronaldinho Gaúcho e Adriano, dando preferência pela formação de um grupo sem estrelas. Os maiores nomes da companhia são o meia Kaká e o atacante Robinho, que aderiram ao “comprometimento” pregado pelo treinador. Resta saber até onde pode ir o “time de operários” de Dunga.
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Coreia do Norte
Os coreanos disputam a segunda Copa de sua história 44 anos depois de surpreender o mundo, em 1966, quando chegaram às quartas-de-final na Inglaterra. A seleção é a maior zebra nas bolsas de apostas para a Copa, chegando a pagar £1000 por £1 se conquistar o título e é, ao lado da Nova Zelândia, a maior candidata a ser o saco de pancadas do Mundial.
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Costa do Marfim
Os africanos da Costa do Marfim também disputarão o segundo Mundial de sua história, mas podem surpreender os favoritos Brasil e Portugal. Afinal, tem na equipe jogadores experientes que atuam em grandes clubes europeus. Casos do atacante Didier Drogba e Salomon Kalou, do Chelsea; o lateral direito Emmanuel Eboué, do Arsenal e o volante Yayá Touré, do Barcelona.
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Portugal
Quarto colocado na Copa 2006, Portugal só se classificou à Copa na repescagem, ao eliminar a Bósnia. Conta com o talento do atacante Cristiano Ronaldo, do Real Madrid, além de bons jogadores como o atacante Nani, do Manchester United, e os brasileiros naturalizados portugueses, Deco, meia do Chelsea e Liedson, centroavante do Sporting. É a quinta participação portuguesa em Mundiais.
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Grupo H
Chile
Comandado pelo argentino Marcelo “El Loco” Bielsa, o Chile foi a grande surpresa das Eliminatórias Sul-Americanas, se classificando em segundo lugar, atrás do Brasil. O bom resultado fez crescer as expectativas dos torcedores em relação à performance em solo africano. Podem, no cruzamento, ser os adversários do Brasil nas oitavas. É a nona participação em Mundiais.
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Espanha
Em sua 13ª Copa, os espanhóis chegam pela primeira vez como um dos maiores favoritos ao título. Atuais campeões europeus, vem encantando com uma equipe sólida defensivamente e talentosa do meio-campo para o ataque. Nas Eliminatórias, venceu as 10 partidas que disputou, um recorde. Com jogadores como o goleiro Casillas, o zagueiro Pique, os meio-campistas Xabi Alonso e Iniesta e os atacantes Villa e Fenando Torres, a Espanha pode sonhar com o inédito caneco.
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Honduras
Participar da Copa da África do Sul já é uma vitória para os hondurenhos, que disputarão o seu terceiro mundial. Tem como destaque o atacante Wilson Palacios, que joga no Tottenham.
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Suíça
Num grupo onde a Espanha desponta como franca favorita, os suíços têm como meta brigar pela segunda vaga. O nome mais conhecido da seleção é o do alemão Ottmar Hitzfeld, um dos dois únicos técnicos a conquistar a Copa Europeia e a Copa dos Campeões com equipes diferentes, Borussia Dortmund e Bayern de Munique. É a nona participação da Suíça em Copas.
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