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Da Editoria
Junho 2010 |
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Grupo A
África do Sul
Comandada por Carlos Alberto Parreira, a limitada equipe conta com o apoio da torcida para passar às oitavas-de-final e não pagar o mico de ser a primeira seleção anfitriã da história das Copas a não se classificar à segunda fase. Nas duas participações anteriores em Mundiais, porém, os Bafana Bafana, como são chamados, foram eliminados na fase inicial. Se cuida, Parreira!
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França
A algoz do Brasil em 1986, 1998 e 2006 chega à sua 13ª Copa sem brilho. Só conseguiu a classificação na repescagem, contra a Irlanda, com um gol que gerou polêmica, num lance em que Thierry Henry meteu, descaradamente, a mão na bola. Muito criticada no próprio país, a campeã do mundo em 98, porém, tem bons jogadores, como o meia Diarra e os atacantes Henry, Anelka e Ribery.
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México
Tradicional participante em Copas, o México fará na África do Sul a sua 14ª aparição. Se é figurinha carimbada, por outro lado, a última boa performance foi na Copa de 1986, quando, jogando em casa, chegou às quartas-de-final. Os mexicanos apostam suas fichas na dupla de atacantes formada pelo novato Carlos Vela, 21 anos, do Arsenal, e pelo incansável Blanco, 37 anos, ídolo no país.
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Uruguai
Depois de ficar fora da Copa de 2006, a Celeste Olímpica reaparece na África do Sul para o seu 11º Mundial. Os bicampeões (1930 e 1950) só se classificaram depois de eliminarem a Costa Rica na repescagem. Liderada pelo atacante Diego Forlan, do Atlético de Madrid,a equipe aposta na famosa garra (e catimba, que os brasileiros conhecem bem) para chegar à segunda fase.
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Grupo B
Argentina
Nossa eternal rival, liderada por Diego Maradona no banco, mescla juventude e experiência para lutar pelo tri (foi campeã em 1978 e 1986) em seu 15º Mundial. Dos veteranos, destaque para o meia Veron e o atacante Palermo. O sangue novo pulsa nas veias de Messi, Tevez, Di Maria e Higuain, fazendo os argentinos crerem que, como o Brasil em 1994, a sua seleção voltará a erguer a taça após 24 anos de jejum. Isola!
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Coreia do Sul
Os sul-coreanos tentam pela primeira vez chegar à 2ª fase jogando fora de casa. O grande feito em Copas foi em 2002, quando, ao dividir sede com o Japão, foi às semifinais. Neste Mundial, a aposta está no “quarteto fantástico”, formado por Park Ji-Sung (M. United), Lee Chung-Yong (Bolton), Ki Sung-Yong (Celtic) e Park Chu-Young (Monaco). É a oitava participação em Copas.
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Grécia
Sem tradição em Copas (é a segunda aparição em Mundiais), o maior feito da Grécia no futebol foi o título da Eurocopa 2004, contra Portugal. Comandada pelo alemão Otto Rehhagel, a seleção se classificou na repescagem europeia, eliminando a Ucrânia. Numa chave em que o único bicho papão é a Argentina, os gregos podem sonhar em chegar às oitavas-de-final pela primeira vez.
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Nigéria
Em sua quarta participação em Copas, os nigerianos certamente contarão com o apoio da torcida da casa em suas partidas, honrando a tradição dos africanos de torcerem por países do continente em Mundiais. O maior destaque do time treinado pelo sueco Lars Lagerback é o meio-campista Mikel, que joga no campeão inglês 2009-2010, Chelsea.
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Grupo C
Argélia
As “Raposas do Deserto” chegam à sua terceira Copa após 24 anos e serão uma das zebras da competição se chegarem às oitavas-de-final pela primeira vez. Depois de uma classificação dramática ao Mundial, eliminando os arquirivais egípcios, a Argélia promete muita luta para surpreender e deixar de ser conhecida apenas como a terra dos pais do craque Zinedine Zidane.
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Eslovênia
Classificada ao Mundial depois de eliminar a Rússia na repescagem europeia, a Eslovênia participa da Copa pela segunda vez. Nada mal para um país com menos de 20 anos, quando se tornou independente da Iugoslávia. Pela performance apresentada nas eliminatórias, a novata seleção pode surpreender na luta por uma vaga às oitavas-de-final.
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Estados Unidos
Vice-campeões da Copa das Confederações em 2009, eliminando a Espanha na semifinal e perdendo o título para o Brasil, os EUA contam com jogadores experientes, como os atacantes Dempsey e Donovan. Participam de sua nona Copa e farão contra a Inglaterra um dos jogos mais tensos da Copa 2010, em razão das ameaças de atentado feitas por grupos terroristas islâmicos.
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Inglaterra
Diversas vezes apontada como postulante ao título, a Inglaterra tenta acabar com o estigma de amarelar em jogos decisivos. Para isso, a Federação Inglesa contratou o italiano Fabio Capello, que detém o recorde de 9 títulos em 14 anos por quatro clubes europeus. Com Rooney, Lampard e Gerrard, resta saber se, em campo, o English Team vai corresponder às expectativas dos fanáticos ingleses em seu 13º Mundial (foi campeão em 1966).
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Grupo D
Alemanha
A história dos alemães em Copas mostra que o país nunca deve ser menosprezado. Afinal, três títulos mundiais (1954, 1974 e 1990) e quatro vices (1966, 1982, 1986 e 2002) falam por si só. Para a 17 participação em Copas, a Alemanha terá que se virar sem a sua maior estrela, o meia Michael Ballack, cortado por contusão. Com 10 gols em duas Copas, Klose, atacante do Bayern, é o único jogador na África do Sul que pode igualar o recorde de 15 gols em Mundiais do brasileiro Ronaldo.
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Austrália
Em seu terceiro Mundial, os australianos tentam repetir a performance obtida na Alemanha, quando chegaram às oitavas-de-final. A missão, porém, não será das mais fáceis, num grupo que reúne adversários de maior qualidade técnica. Comandada pelo holandês Pim Verbeek, a Austrália tem como destaques os atacantes Harry Kewell e Tim Cahill.
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Gana
Eliminada pelo Brasil nas oitavas-de-final da Copa de 2006, Gana reaparece pela segunda vez numa Copa apostando na qualidade de jogadores como o volante Michael Essien (Chelsea) e dos meias Muntari (Inter de Milão) e Appiah (Bologna). Jogando em “casa”, os ganeses almejam o sucesso conquistado por suas seleções de base, campeãs do Mundial sub-20 e sub-17 (duas vezes).
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Sérvia
Participando pela primeira vez de uma Copa (em 2006 era Sérvia e Montenegro), a Sérvia conta com jogadores rodados, como o zagueiro Vidic (M. United), Stankovic (Inter de Milão), Zigic (Valencia) e Krasic (CSKA Moscou). Se o país é estreante em Copas, o atacante Stankovic vai jogar o seu terceiro Mundial, depois de defender a Iugoslávia, em 1998, e Sérvia e Montenegro, em 2006.
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