A revista Forbes divulgou nos Estados Unidos uma lista com os modelos que não conhecem nenhum tipo de crise econômica e financeira. São os automóveis dos multimilionários, que causam inveja por onde passam. Veja aqui os cinco carros mais caros do mundo, com os preços praticados no mercado norte-americano.
Bugatti Veyron Super Sport: US$ 2,6 milhões
Detentor do novo recorde de velocidade para um automóvel de produção normal – nada menos que 434,211 km/h, muito acima dos 425 km/h previstos pela marca, pulverizando os 407 km/h do Veyron normal – o Bugatti Veyron Super Sport tem motor de 16 cilindros, auxiliado por quatro turbocompressores, que chegam a impressionantes 1200 cavalos e 1500 Nm de torque máximo, um verdadeiro avião sem asas. Mas não adianta ficar entusiasmado, porque, embora tenha alcançado os 434 km/h, a velocidade máxima do Veyron Super Sport estará limitada eletronicamente a 415 km/h por motivos de segurança. Os cinco primeiros exemplares serão produzidos na pequena cidade francesa de Molsheim, sede da Bugatti, e, para desespero de muitos leitores da Real, já estão todos vendidos.
Koenigsegg, o Agera: US$ 1,5 milhões
Idealizado para comemorar os 15 anos da marca sueca fundada por Christian von Koenigsegg, o Agera deverá ter uma produção limitada entre 15 a 20 unidades. O bólido vem equipado com um imponente V8 biturbo de 4,7 litros oriundo do CCX, modificado para despejar nada mais, nada menos, que 910 cavalos a 6800 rpm e 1100 Nm (1000 Nm estão disponíveis entre 2680 e 6100 rpm). A empresa sueca anuncia que o Agera vai de 0-100 km/h em 3,1 segundos e ao fim de 8,9 segundos devora os primeiros 200 km/h. A velocidade máxima anunciada é superior a 390 km/h. O "pulo do gato" reside não só nas elevadas capacidades do motor biturbo, mas também no baixo peso do conjunto – 1290 kg –, graças a utilização de materiais leves como o alumínio, fibra de carbono e kevlar. O interior não esconde o estilo clássico dos desportivos do passado, conjugando materiais como pele, fibra de carbono, plástico e revestimentos com costuras visíveis. Mas o que mais poderá surpreender é o painel de instrumentos, que nos remete para os recentes videogames de carros.
Maybach Landaulet: US$ 1,405 milhão
Com inspiração no passado, mais precisamente no majestoso Maybach 62S, a marca de luxo da Mercedes desenvolveu o Landaulet, que tem como um dos destaques uma capota que necessita de apenas 16 segundos para "aproximar" o céu dos seus dois ocupantes traseiros. A cobertura em lona tem um funcionamento totalmente elétrico, ficando recolhida no topo do porta-malas e não no seu interior, como acontece com a maioria dos conversíveis recentes, mantendo desta forma intocável a capacidade de acomodação da bagagem. Uma divisória em vidro com tecnologia de cristais líquidos, que se torna opaca ao apertar de um simples botão, separa os passageiros dianteiros dos ocupantes traseiros. Para mover esta limusine conversível luxuosa, nada melhor que um possante motor V12 biturbo de 6 litros desenvolvido com a ajuda da AMG, capaz de jogar 612 cavalos de potência e impressionantes 1000 Nm disponíveis entre 2000 e 4000 rpm, elevando este modelo à limusine de produção mais potente do mundo.
Pagani Zonda C9: US$ 1,3 milhão
A italiana Pagani acaba de divulgar as primeiras informações sobre a nova geração do superesportivo Zonda, por enquanto conhecido apenas como "C9". Apesar dos pouquíssimos detalhes, é possível perceber que a traseira do novo modelo terá como destaque o duplo escapamento em posição central. A Pagani adiantou também que o C9 será movido por um bloco V12 Biturbo de 6 litros de origem Mercedes AMG, com uma potência em torno dos 700 cavalos e 1000 Nm, números que permitem prever que o novo bólido será tão potente como o Zonda R, edição especial do Zonda com 750 cavalos e 710 Nm. A apresentação oficial do Pagani C9 está prevista para março, no decorrer do Salão Automóvel de Genebra, na Suíça.
Ferrari F70: US$ 870 mil
Finalmente, como não poderia faltar em qualquer lista dos carrões mais caros do mundo, chegou a vez da Ferrari, com o modelo F70, que dará continuidade ao legado deixado pelos emblemáticos F40 e F50, nas comemorações dos 70 anos da marca do "Cavallino Rampante". O novo superesportivo contará com um motor V8 biturbo de injeção direta, que além de garantir um elevado desempenho, permitirá uma significativa redução do consumo de combustível e emissões poluentes. A marca italiana descartou a possibilidade de utilizar um V6 biturbo porque acha que os clientes não querem motores pequenos, mesmo que um V6 alcance a mesma potência ou seja até mais eficiente. Ainda sem confirmação oficial, fontes da marca italiana garantem que o Ferrari F70 tem lançamento agendado para o final deste ano.
Devaldo Gilini Júnior
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